Nota Oficial: Esclarecimento sobre Intercorrência com Recém-Nascida no HSCC
- Jota Júnior

- 13 de fev.
- 2 min de leitura
Na manhã desta sexta-feira (13), o Hospital Santa Cruz de Canoinhas (HSCC) emitiu um comunicado oficial a respeito de uma fratura de fêmur sofrida por uma recém-nascida logo após um parto cesáreo. A instituição ressaltou que a lesão foi identificada imediatamente pela equipe médica responsável.
Encaminhamento e Conduta Médica
Logo após o diagnóstico, o hospital solicitou a transferência da paciente via Sistema de Regulação (Sisreg) para uma unidade especializada em ortopedia pediátrica. Contudo, o pedido foi negado pelos reguladores, que avaliaram que o caso demanda tratamento conservador — focado em procedimentos não invasivos e monitoramento constante, sem necessidade de cirurgia.
O HSCC esclareceu que, embora sejam raros, incidentes desse tipo podem ocorrer em cesarianas sob certas condições. Nestes casos, a recuperação tende a ser excelente devido à alta capacidade de regeneração óssea dos bebês, sendo indicado o uso de um imobilizador específico (suspensório).
Assistência e Estado de Saúde
De acordo com o diretor técnico da unidade, Dr. Fábio Felber Retroz, todas as providências foram tomadas desde o primeiro momento:
Manejo da dor: A bebê recebeu analgesia adequada de imediato.
Imobilização: Foi providenciado um suspensório ortopédico após busca ativa na região.
Monitoramento: A paciente já passou por três avaliações com ortopedista e conta com suporte integral das equipes de pediatria e enfermagem.
Atualmente, o quadro clínico da recém-nascida é estável. A fratura está estabilizada, a criança não apresenta sinais de dor e tem se alimentado bem por meio do aleitamento materno, permanecendo próxima a seus familiares.
Compromisso com a Segurança
A diretoria do Hospital Santa Cruz de Canoinhas reforça que seguiu rigorosamente todos os protocolos técnicos de segurança do paciente. A instituição finalizou a nota colocando-se à disposição para novos esclarecimentos e reafirmando seu compromisso com o acolhimento humanizado das famílias.

Redação: Folha de Três Barras










































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