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O Patrimônio é de Todos: O Custo Amargo do Vandalismo em Três Barras

  • Foto do escritor: Jota Júnior
    Jota Júnior
  • 5 de mar.
  • 2 min de leitura

A indignação tomou conta das redes sociais nesta semana após imagens desoladoras chegarem à redação do Portal Folha de Três Barras. O registro, enviado por uma internauta atenta, mostra o interior de um ônibus da empresa TTT Transportes e Turismo completamente depredado. O cenário é de desrespeito: estofados rasgados e uma estrutura que atende diariamente a nossa comunidade deixada em frangalhos.


​O Alvo Errado


​O vandalismo contra o transporte público não atinge apenas a empresa concessionária ou os cofres da prefeitura; ele atinge, prioritariamente, o trabalhador e o estudante que dependem desse serviço. Quando um ônibus é retirado de circulação para manutenção devido a danos evitáveis, a frota diminui, os atrasos aumentam e o conforto de todos é sacrificado.


​As evidências sugerem que a ação tenha sido praticada por crianças ou adolescentes. Aqui, cabe uma ressalva técnica e educativa fundamental: perante a lei, crianças e adolescentes não cometem crimes, mas sim atos infracionais. No entanto, a distinção jurídica não anula a gravidade do impacto social.


​Educação e Responsabilidade


​É preciso questionar: onde está o sentimento de pertencimento? O ônibus que hoje é vandalizado por um jovem pode ser o mesmo que levará seus pais ao trabalho ou ele próprio a uma consulta médica. A destruição do patrimônio público e privado é um sintoma de uma lacuna na educação cívica que precisa ser discutida urgentemente entre famílias e escolas.


​"Preservar o que é de uso comum é um exercício básico de cidadania. O patrimônio público não é 'de ninguém'; ele é de cada um de nós."


​Próximos Passos


​A Prefeitura de Três Barras já foi oficialmente informada sobre o ocorrido e deve tomar as devidas providências para identificar os responsáveis e garantir que medidas socioeducativas sejam aplicadas, conforme prevê a legislação.


Esperamos que este episódio sirva de alerta. Não podemos normalizar o rasgar de bancos como "coisa de criança". É, na verdade, um prejuízo coletivo que sai do bolso de cada contribuinte tresbarrense.



Por Redação Folha de Três Barras/Nas Garras do Leão

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