
Trump afirma ataque em larga escala na Venezuela
- Juliano Mix
- 3 de jan.
- 3 min de leitura
Uma grave crise internacional ganhou destaque neste sábado após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que as forças armadas norte-americanas realizaram um ataque militar em larga escala contra a Venezuela. Segundo o próprio Trump, o presidente venezuelano Nicolás Maduro teria sido capturado durante a operação e levado para fora do país, acompanhado de sua esposa. A declaração foi feita na rede social Truth Social, onde o líder norte-americano classificou a ação como “bem-sucedida”.
De acordo com Trump, a ofensiva contou com o envolvimento direto das forças de segurança dos Estados Unidos e teve como objetivo neutralizar o que o governo americano considera ameaças à segurança regional. O presidente informou ainda que uma coletiva de imprensa deve ser realizada ainda hoje para apresentar mais detalhes sobre a operação militar e o suposto destino de Maduro.
Versão dos Estados Unidos
Na postagem oficial, Trump afirmou que os Estados Unidos conduziram um ataque militar “com sucesso” contra a Venezuela e contra seu líder. Apesar da gravidade da declaração, o governo norte-americano não divulgou informações sobre o local para onde Maduro e sua esposa teriam sido levados, nem esclareceu quais procedimentos legais seriam adotados a partir de agora.
Fontes próximas ao governo dos EUA afirmam que a medida faz parte de uma estratégia mais ampla para conter riscos à estabilidade da região e combater ações que Washington classifica como ameaças diretas à segurança continental. Até o momento, no entanto, não houve apresentação de provas públicas que confirmem a captura do presidente venezuelano.
Reação do governo venezuelano
O governo da Venezuela reagiu com veemência às declarações de Trump e negou oficialmente qualquer captura de Nicolás Maduro. Em comunicado divulgado por Caracas, as autoridades classificaram a ação dos Estados Unidos como uma “grave agressão militar” contra o território venezuelano e contra a população civil e militar do país.
Em pronunciamento oficial, Nicolás Maduro declarou estado de emergência em todo o território nacional. O documento divulgado pelo governo chavista convoca a população à mobilização total, afirmando que “todo o país deve se unir para derrotar essa agressão imperialista”. O governo também garantiu que Maduro segue no comando e que as forças armadas estão em plena atividade para defender a soberania nacional.
Situação nas ruas de Caracas
Enquanto versões conflitantes circulam nos canais oficiais, moradores da capital venezuelana e de outras regiões relatam momentos de tensão. Vídeos e imagens divulgados nas redes sociais mostram fortes explosões, intensa movimentação de aeronaves militares e barulhos de ataques aéreos sobre Caracas e estados como Miranda, Aragua e La Guaira.
Há relatos de quedas de energia elétrica em alguns bairros, além de pânico entre a população civil, que buscou abrigo diante do medo de novos bombardeios. As autoridades venezuelanas afirmam que as ofensivas atingiram áreas consideradas estratégicas e que a defesa do país está sendo organizada em conjunto com as forças armadas e órgãos de segurança.
Repercussão internacional
A suposta ofensiva militar e a alegada captura de Maduro provocaram forte repercussão internacional. Governos da América Latina e de outras regiões do mundo manifestaram preocupação com a escalada do conflito e com o respeito à soberania do Estado venezuelano.
Diversos países acompanham os acontecimentos com atenção, temendo o agravamento de uma crise humanitária e um possível aumento no fluxo de refugiados em direção às fronteiras. Até o momento, organizações internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU) ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.
Informações ainda não confirmadas
Apesar das declarações feitas pelo presidente dos Estados Unidos, não há até agora confirmação independente por parte de agências internacionais ou de fontes diplomáticas sobre a captura de Nicolás Maduro. A versão apresentada por Trump segue sob questionamento, enquanto o governo venezuelano mantém a negativa e afirma que o presidente continua no país.
A situação permanece em desenvolvimento e novas informações devem ser divulgadas ao longo das próximas horas, em meio a um cenário de incerteza, tensão política e risco de agravamento do conflito na região.
Redação Folha de Três Barras
Imagem ilustrativa



















































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